TRILHAS DE IBICOARA - ROTEIROS DE IBICOARA - ATRAÇÕES DE IBICOARA - GUIA DE TURISMO DA CHAPADA DIAMANTINA - BAHIA BRASIL

TRILHAS DE IBICOARA - ROTEIROS DE IBICOARA - ATRAÇÕES DE IBICOARA - GUIA DE TURISMO DA CHAPADA DIAMANTINA - BAHIA BRASIL
Ibicoara. Conheça as principais trilhas de Ibicoara e Chapada Diamantina: Varios roteiros e atrações em Ibicoara, trilhas mais visitadas cachoeiras do Buracão e Fumacinha com outras lindas cascatas nos mesmos roteiros até as cachoeiras principais. Outras belezas naturais de Ibicoara as cachoeiras do Licuri, Véu de Noiva, Rio Preto, cachoeira do Penedo, Toca do Vaqueiro, camping, caminhadas leves, curtas e longas, e lindas paisagens verdes com montanhas, morros, matas, vegetação nativas e a cordilheira das serras do Sincorá que é vista de qualquer parte da cidade e é considerada uma das serras mais lindas do Brasil. Em Ibicoara se encontra pousada, hospedagem, hotéis e camping selvagens. A cidade de Ibicoara também oferece Supermercado, padaria, lanchonete, pizzaria, farmácia, barzinho, frutas, posto de gasolina, borracharia, lojas diferenciadas e feira livre nas segundas feira.
 
A Chapada Diamantina é cheia de mistérios, cultura, histórias e muitas belezas naturais
As atrações turísticas são inúmeras, a começar cidades que remontam ao período colonial brasileiro. Nas redondezas, a paisagem serrana é fascinante. O relevo montanhoso é responsável pela originalidade do cenário chapadense, onde se destaca altas planícies e vales profundos, saltos, rios caudalosos e numerosos cursos d´águas. As ações milenares dos ventos e das águas arredondaram as serras e os morros e esculpiram paredões abruptos de onde escorres inúmeras cachoeiras. Nessa paisagem, a Chapada Diamantina, com uma área total de 70.548km², se apresenta como um verdadeiro manancial de oportunidade para atividades turísticas, especialmente no segmento do ecoturismo. A diversidade da fauna sugere siliciosas caminhadas para a observação de pássaros, enquanto cavernas, canyons e paredões propiciam a prática do turismo de aventura em variadas modalidades desde o trekking, escalada, bike, calvagadas, off-road, cascading, canionismo até o cave jumping e o mergulho em cavernas. São diversos tipos de roteiros que pode durar de algumas horas até vários dias. A cachoeira do Buracão, Cachoeira da Fumacinha, poço encantado, cachoeira da Fumaça, Pai Inácio, vale do Pati, Gruta da pratinha são ícones da beleza natural que se oferecem para as mais diversas atividades turísticas. 
As altitudes, que varia dos menos 70m em algumas cavernas, em Iraquara, e chagam até os 2033m no Pico do Barbado, em Piatã - o ponto de maior altitude do Nordeste - propiciam um clima semi- úmido com temperaturas amenas.
O principal período de chuvas da região é de dezembro a março, e durante todo ano há grandes variações diárias de temperaturas que, no inverno, chegam a menos de 5°C, sendo a média anual inferior a 20°C
 
GEOLOGIA DA CHAPADA DIAMANTINA
Quem observam o cenário de terras íngremes e leitos de rios pedregosos não imagina que a Chapada Diamantina não existia; onde hoje é sertão, outrora o mar reinava soberano. Há mais ou menos um bilhão e meio de anos, o oceano cobria essa área que era um mar raso, onde desaguavam rios torrenciais, vindos de outras grandes montanhas antes que um choque de placas tectônicas criasse as profundas fissuras e depressões encontradas atualmente. Assim iniciou-se a formação da bacia sedimentar do Espinhaço, onde rios, ventos e mares desempenharam o papel dos agentes modificadores daquela paisagem. As inúmeras camadas de arenitos, conglomerados e calcários, hoje expostos na Chapada Diamantina, representam as atividades destes agentes ao longo do tempo geológico.
A Chapada é o resultado de uma inversão do relevo. Os rios escavaram seus vales profundos e é através desas gargantas que se tem acesso ao planalto. Revolvendo o cascalhos dos leitos destes rios encachoeirados, garimpeiros extraíram no século 18, muitas arroubas de ouro, especialmente na Bacia do Rio de Contas e, no século seguinte, grandes quantidades de diamantes e carbonatos nas nascentes do Paraguaçu. 
A Chapada Diamantina faz parte do sistema orográfico da Serra da Mantiqueira, que em território baiano, desdobra-se em duas outras formações, a Serra do Espinhaço e a da Mangabeira. As Serras da Chapada abrangem uma área de aproximada de 38.000 km² e são as divisoras de água entre a Bacia de Rio São Francisco e os rios que desaguam diretamente no Oceano Atlântico, como o rio de contas e o Paraguaçu.
O perfil das serras ganham formas curiosas como a Serra da Águia em Ibicoara, Serra do Navio, os Três Morros, Três Irmãos, O Morro do Castelo, do Camelo, do Chapéu, entre outros. 
 
PATRIMÔNIO NATURAL
A Chapada Diamantina é região de nascentes, faz parte da bacia do Paraguaçu, rio fundamental para o semi-árido baiano, que se caracteriza como região provedora de água do estado da Bahia. Possuem uma biodiversidade riquíssima e parcialmente desconhecida, o que lhe conferiu diversas unidades de conservação criadas com a intenção de proteger os recursos hídricos, as paisagens naturais e amostras de ecossistemas que abrigam exemplares endêmicos da fauna e da flora; estimular o desenvolvimento regional; adequar as atividades econômicas e o uso público propiciando a recreação. educação ambiental e pesquisa cientifica; promover um melhor aproveitamento para o ecoturismo; manejar recursos de fauna e flora; e proteger sítios abióticos.
 
FLORA E FAUNA
A Chapada Diamantina possui uma série de condições climáticas e tipos de vegetação não encontradas em nenhuma das outras regiões do Nordeste. O cenário montanhoso da região abriga uma extraordinária variedade de ecossistemas em que bromélias e orquídeas escondem-se à sombra de aroeiras e umburanas, enquanto as sempre-vivas florescem nos campos dos gerais, em ambiente privilegiado, adaptando-se às diferenças do clima, altitude e solo. A zona mais elevada, denominada campo rupestre, é formada por diversos tipos de vegetação cuja riqueza se compara à encontrada em regiões da Mata Atlântica, da Floresta Amazônica ocidental, da Península do Cabo (África do Sul) e do Oeste da Austrália. Sob as copas de pau-d'arcos florescem begônias e orquídeas. Nas áreas elevadas,  de clima semi-úmido, predomina o serrado, mais conhecido como "gerais" e nas encostas e superfícies arrasadas, áreas mais baixas e de clima mais árido, a caatinga. Uma atração a parte são os mais de 50 tipos de orquídeas, bromélias e trepadeiras que, de abril a agosto, embelezam os cenários, enquanto os ipês florescem em setembro e as quaresmeiras no período da Semana Santa. Assim, durante todo o ano, a Chapada está florida. A região também muitas plantas usadas para fins medicinais. As aves são os animais que mais chama atenção na Chapada Diamantina, pois, além de ser bastante coloridas e emitirem sons chamativos, estão, em sua maioria, ativas durante o dia e muitas delas são fácil de serem visualizadas. 
A Universidade Estadual de Feira de Santana já registrou mais de 50 espécies de aves. Muitas destas ocorrem em várias outras regiões do Brasil, como as garças, anuns, bem-te-vis, beija-flores, papa-capins, enquanto outras espécies são típicas do Nordeste brasileiro como o cardeal e o bico-virado-da-caatinga.
Duas aves são bastante comuns nos campos rupestres: a maria-preta e o bico-de-veludo. Mas, quem chama mesmo a atenção são os beija-flores: o beija-flor-gravatinha-vermelha, que é endêmico da Chapada Diamantina e tem sido observado apenas em áreas com altitude superior a 1000 m ; o beija-flor-vermelho, o beija-flor-de-rabo-branco, e muitos outros.
Presença marcante nos serrados da Chapada Diamantina é a pernalta Seriema. O carcará e o Chima-Chima são aves rapineiras fáceis de serem vistas. Nas áreas de mata, onde a vegetação é mais densa, é mais fácil detectar a presença das aves pelos seus sons do que vê-las diretamente. É o caso de aves como a Surucuá, alma-de-gato, japu, escarradeira, sanhaços e várias outras. Uma das espécies de aves mais características e fácil de ser vista na caatinga da Chapada Diamantina é o Periquito-Vaqueiro ou suiá. Outra ave sempre presente é o picuí, uma pequena pombinha de coloração cinza claro, que sempre é vista aos pares no solo, procurando pequenas sementes para se alimentar. Entre os animais encontrado na rica fauna da região estão: tamanduá bandeira, tatu canastra, mico, macaco prego, gato selvagem, capivara, quati, luis caixeiro (porco-espinho ou ouriço caixeiro), cutia, paca, onça-pintada, arara, curió, e inúmeros tipos de répteis. As serras, em determinada áreas, oferecem sustento a jaguatiricas, onças, mocós, veados, teiús e seriemas. Algumas espécies estão ameaçada de extinção, principalmente devido a caça. 
 
IBICOARA TURISMO DE AVENTURA NOS CANYONS E SERRAS
A cachoeira do Buracão a abriu os caminhos para o município de Ibicoara, no sudoeste da Chapada Diamantina, a 1700 m de altitude, em um clima típico do semi-árido. Os canyons sinuosos atraem adeptos que encontra nesse destino diversas opções para a prática do rapel, cascading, escalada, e trekking de forma isolada ou em conjunto, no canyoning - uma das modalidades mais emocionantes do turismo de aventura que consiste na descida esportiva de canyons e rios encachoeirados, transpondo desníveis com a utilização de equipamentos apropriados e técnicas diversas.
O Parque Natural Municipal do Espalhado se destaca entre os atrativos naturais do município com diversos saltos, canyon, e cachoeiras. É uma unidade de conservação com uma área de 611 ha, a 30 km da cede do município. Sua principal é a cachoeira do Buracão, considerada uma mais bonitas de toda Chapada Diamantina, formada pelo rio Espalhado, com cerca de 85m de altura. A trilha oferece uma paisagem deslumbrante com remanescente de mata e vegetação rupestre em trechos da Serra do Sincorá. A trilha margeia o rio Espalhado as cachoeiras do Recanto das Orquídeas, do Recanto Verde, travessia do Canyon até o poço do Buracão. A caminhada pela trilha do Firmino leva até a cachoeira do Licuri, com quase 100m de altura, margeando o rio. Esse percurso, considerado fácil, possibilita a pratica de canyoning com utilização de diversas técnicas aplicadas como o rapel, salto, nado e tobogãs numa seqüência que oferece banhos em diversos poços e cachoeiras. 
O cultivo do café é a principal atividade agrícola do município que também se destaca pela produção de hortifrutigranjeiro e o fábrico da cachaça artesanal, a cachaça brejão. Ibicoara, que significa "barro branco ou cova da terra", surgiu do movimento dos tropeiros que passavam com mercadorias para abastecer as cidades vizinhas e pousavam para descansar nas margem do rio Espalhado e depois segui viagem. O reisado a as festas juninas completam os atrativos de Ibicoara.
A cachoeira da Fumacinha em Ibicoara, uma das mais novas e das mais belas atrações da região, oferece duas opções de roteiro em percursos distintos: O primeiro, Fumacinha por cima, com subida até as cotas mais altas da Serra do Sincorá e a oportunidade de contemplar a Chapada Diamantina em 360°. O segundo percurso, Fumacinha por baixo, é mais longo, inclui um trekking de nível médio e a pratica de canionismo. Para a visitação dos principais atrativos de Ibicoara é obrigatório o acompanhamento de guias locais credenciados na Secretaria Municipal de Turismo e meio Ambiente.
 
FLORA E FAUNA DA CHAPADA DIAMANTINA
A Chapada Diamantina possui uma série de condições climáticas e tipos de vegetação não encontradas em nenhuma das outras regiões do Nordeste. O cenário montanhoso da região abriga uma extraordinária variedade de ecossistemas em que bromélias e orquídeas escondem-se à sombra de aroeiras e umburanas, enquanto as sempre-vivas florescem nos campos dos gerais, em ambiente privilegiado, adaptando-se às diferenças do clima, altitude e solo. A zona mais elevada, denominada campo rupestre, é formada por diversos tipos de vegetação cuja riqueza se compara à encontrada em regiões da Mata Atlântica, da Floresta Amazônica ocidental, da Península do Cabo (África do Sul) e do Oeste da Austrália. Sob as copas de pau-d'arcos florescem begônias e orquídeas. Nas áreas elevadas, de clima semi-úmido, predomina o serrado, mais conhecido como "gerais" e nas encostas e superfícies arrasadas, áreas mais baixas e de clima mais árido, a caatinga. Uma atração a parte são os mais de 50 tipos de orquídeas, bromélias e trepadeiras que, de abril a agosto, embelezam os cenários, enquanto os ipês florescem em setembro e as quaresmeiras no período da Semana Santa. Assim, durante todo o ano, a Chapada está florida. A região também muitas plantas usadas para fins medicinais. As aves são os animais que mais chama atenção na Chapada Diamantina, pois, além de ser bastante coloridas e emitirem sons chamativos, estão, em sua maioria, ativas durante o dia e muitas delas são fácil de serem visualizadas.
A Universidade Estadual de Feira de Santana já registrou mais de 50 espécies de aves. Muitas destas ocorrem em várias outras regiões do Brasil, como as garças, anuns, bem-te-vis, beija-flores, papa-capins, enquanto outras espécies são típicas do Nordeste brasileiro como o cardeal e o bico-virado-da-caatinga.
Duas aves são bastante comuns nos campos rupestres: a maria-preta e o bico-de-veludo. Mas, quem chama mesmo a atenção são os beija-flores: o beija-flor-gravatinha-vermelha, que é endêmico da Chapada Diamantina e tem sido observado apenas em áreas com altitude superior a 1000 m ; o beija-flor-vermelho, o beija-flor-de-rabo-branco, e muitos outros.
Presença marcante nos serrados da Chapada Diamantina é a pernalta Seriema. O carcará e o Chima-Chima são aves rapineiras fáceis de serem vistas. Nas áreas de mata, onde a vegetação é mais densa, é mais fácil detectar a presença das aves pelos seus sons do que vê-las diretamente. É o caso de aves como a Surucuá, alma-de-gato, japu, escarradeira, sanhaços e várias outras. Uma das espécies de aves mais características e fácil de ser vista na caatinga da Chapada Diamantina é o Periquito-Vaqueiro ou suiá. Outra ave sempre presente é o picuí, uma pequena pombinha de coloração cinza claro, que sempre é vista aos pares no solo, procurando pequenas sementes para se alimentar. Entre os animais encontrado na rica fauna da região estão: tamanduá bandeira, tatu canastra, mico, macaco prego, gato selvagem, capivara, quati, luis caixeiro (porco-espinho ou ouriço caixeiro), cutia, paca, onça-pintada, arara, curió, e inúmeros tipos de répteis. As serras, em determinada áreas, oferecem sustento a jaguatiricas, onças, mocós, veados, teiús e seriemas. Algumas espécies estão ameaçada de extinção, principalmente devido a caça.
 
PATRIMÔNIO NATURAL
A Chapada Diamantina é região de nascentes, faz parte da bacia do Paraguaçu, rio fundamental para o semi-árido baiano, que se caracteriza como região provedora de água do estado da Bahia. Possuem uma biodiversidade riquíssima e parcialmente desconhecida, o que lhe conferiu diversas unidades de conservação criadas com a intenção de proteger os recursos hídricos, as paisagens naturais e amostras de ecossistemas que abrigam exemplares endêmicos da fauna e da flora; estimular o desenvolvimento regional; adequar as atividades econômicas e o uso público propiciando a recreação. educação ambiental e pesquisa cientifica; promover um melhor aproveitamento para o ecoturismo; manejar recursos de fauna e flora; e proteger sítios abióticos.
Fauna e Flora no Brasil
O Brasil possui em seu meio ambiente a maior biodiversidade do planeta. O País abriga aproximadamente 524 espécies de mamíferos, 517 de anfíbios, 1.677 de aves e 468 de répteis. Além disso, dentre essas formas de vida, grande parte é endêmica, ou seja, existem apenas em território brasileiro: 131 espécies de mamíferos, 294 de anfíbios, 191 de aves e 468 de répteis são exclusivos do Brasil.
Dono das maiores reservas de água doce e de um terço das florestas tropicais que ainda restam no mundo, o Brasil, detentor de 20% de toda espécie animal e vegetal do planeta, possui sete biomas: Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pantanal, Costeiro e Pampa. Segundo definição do IBGE, bioma é o conjunto de vida (vegetal e animal) constituído pelo agrupamento de tipos de vegetação contíguos e identificáveis em escala regional, com condições geoclimáticas similares e história compartilhada de mudanças, o que resulta em uma diversidade biológica própria.
Dentre os biomas brasileiros, a Amazônia, maior floresta tropical úmida do mundo, é o destaque nacional e também global, possuindo a maior variedade de vida da Terra. Com 5,5 milhões de quilômetros quadrados, a Floresta Amazônica possui um terço de todas as espécies vivas do planeta. Estima-se que existam aí mais de 5 milhões de espécies vegetais, das quais apenas 30.000 foram identificadas. Ainda assim, uma entre cada 5 espécies vegetais do mundo está em seu território. Em apenas um de seus hectares podem existir até 300 diferentes tipos de árvores. Quanto à variedade animal, somente no Alto do Juruá no Acre, região da floresta mais rica em biodiversidade, existem 616 espécies de ave, 50 de réptil, 300 de aranha, 140 de sapo, 16 de macaco e 1.620 de borboleta conhecidas.
O Cerrado, bioma conhecido como “savana brasileira”, localiza-se principalmente na região central do país e compreende os Estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Maranhão, Minas Gerais, Piauí e São Paulo, além de outras localidades. Com clima tropical de altas temperaturas e estação seca, o solo desse bioma possui baixo ph, baixa fertilidade e alto nível de alumínio, além de pouca disponibilidade de água em sua superfície. Em razão dessas condições geográficas, o cerrado apresenta uma vegetação adaptada à escassez de nutrientes. As raízes de suas árvores podem, por exemplo, atingir grandes comprimentos na busca da sobrevivência. Com grande número de formigas e cupins, o Cerrado possui uma alta biodiversidade de fauna e flora.
Situado na região centro-oeste dos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul está o Pantanal. Bioma caracterizado como uma grande planície alagável, é a maior área alagada da América do Sul e do mundo. Região de chuvas abundantes entre o final da primavera e verão e clima seco durante o resto do ano, o Pantanal possui uma grande diversidade biológica adaptada às mudanças entre períodos alagados e secos.
A Caatinga brasileira abrange os Estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba, além de algumas áreas da Bahia, Alagoas, Pernambuco e Sergipe e localiza-se entre a Floresta Amazônica, a Mata Atlântica e o Cerrado. Em razão das altas temperaturas e da escassez de chuva, seus solos são pedregosos e secos. Esse bioma possui uma grande riqueza de ambiente e espécies, porém é pouco estudado e habitado, e possui a menor quantidade de unidades de conservação do país.
Os Pampas, ou campos sulinos, localizam-se no Estado do Rio Grande do Sul e se estendem até o Uruguai e a Argentina. Com clima quente durante o verão e temperaturas baixas e maior intensidade de chuva no inverno, esse bioma possui a maior biodiversidade concentrada na fauna: 39% dos mamíferos aí existentes são endêmicos.
Já a Mata Atlântica, estendida do Rio Grande do Norte até o Rio Grande do Sul, tem na biodiversidade a sua principal característica. Esse bioma é considerado como uma das áreas mais ricas em espécies da fauna e da flora mundial. Ele possui uma grande variedade de espécies endêmicas, especialmente em árvores e bromélias. Existe também uma grande diversidade de animais vertebrados e invertebrados.
Por fim, o bioma Costeiro é formado por vários ecossistemas que compõem o litoral brasileiro. São manguezais, restingas, dunas, praias, ilhas, costões rochosos, baías, brejos e recifes de corais, entre outros. Por abranger toda a costa brasileira, suas características variam de um lugar para outro. Por isso, as espécies animais, vegetais e os aspectos físicos são diferentes em cada um de seus ecossistemas.
A Amazônia é um bioma que ocupa cerca de 40% do território brasileiro. Situada nos Estados do Pará, Amazonas, Amapá, Acre, Rondônia e Roraima, ele se estende também a algumas regiões do Maranhão, Tocantins e Mato Grosso. Além disso, inclui terras de países próximos ao Brasil, como as Guianas, Suriname, Venezuela, Equador, Peru e Bolívia.
Com a maior reserva de água doce de superfície disponível no planeta, a Floresta Amazônica abriga milhares de espécies animais, vegetais e microorganismos e é considerada como bioma detentor da maior biodiversidade do mundo.
Seu relevo é composto por planícies (regiões de poucas altitudes), depressões (regiões planas onde são encontradas colinas baixas) e planaltos (regiões com superfície elevada). Dentre os seus rios, destaca-se o Amazonas que, sendo o mais largo do mundo, possui mais de mil afluentes (rios menores que nele deságuam) e é o grande responsável pelo desenvolvimento da floresta.
Tal como o relevo, a Amazônia possui vegetações distintas que se dividem em três categorias: matas de terra firme, matas de várzea e matas de igapó. As primeiras são caracterizadas como regiões mais altas com árvores de grande porte, onde não há inundações causadas pelos rios. Nas matas de várzea essas inundações ocorrem em determinados períodos do ano, em tempo mais curto na áreas elevadas e mais longo nas áreas planas. Já as matas de igapó estão situadas em terrenos mais baixos e estão quase sempre inundadas.
Pesquisas indicam que na Amazônia existem aproximadamente trinta milhões de espécies animais conhecidas. Entre as mais famosas estão os macacos, como os coatás, guaribas e barrigudos. Onças, tamanduás, esquilos, botos, lagartos, jacarés, tartarugas, serpentes, araras, papagaios, periquitos e tucanos são, também, alguns das amostras da fauna amazônica. A Vitória-régia, a castanheira-do-pará e a palmeira são exemplos de sua flora.
A Caatinga é um bioma exclusivamente brasileiro. Com 844.453 Km² de extensão, 11% de todo território nacional, ela abrange os Estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba, além de algumas áreas da Bahia, Alagoas, Pernambuco e Sergipe.
Mais importante ecossistema do nordeste, esse bioma está associado a uma diversidade muita baixa de plantas, sem espécies endêmicas (exclusivas) e intensamente modificada pela ação humana. No entanto, a caatinga brasileira possui uma grande riqueza tanto de espécies quando de ambientes. Dados apontam a presença de 932 espécies de plantas, 148 de mamíferos e 510 de aves, entre outros. Muitas delas só existem nessa região. Além disso, em seu ambiente são reconhecidos doze diferentes tipos de caatinga. Ainda assim, ela ainda é pouco estudada, sendo o bioma menos conhecido do Brasil.
Com altas temperaturas e escassez de chuva, os solos da caatinga são pedregosos e secos. Neles habitam cerca de 27 milhões de pessoas, das quais grande parte é carente e precisa de recursos da sua biodiversidade para sobreviver.
A ararinha-azul, o gato-do-mato, o gato-maracajá, o patinho, a jararaca e a sucuri-bico-de-jaca, todos ameaçados de extinção, e o sapo-cururu, a asa-branca, a cotia, a gambá, o preá, o veado-catingueiro, o tatu-peba e o sagui-do-nordeste são alguns dos animais que vivem na Caatinga. A emburana, a aroeira, o umbu, a baraúna, a maniçoba, a macambira, o mandacaru e o juazeiro são algumas das espécies mais comuns de sua flora.
O Cerrado brasileiro ocupa uma área de 2.036.448 km2, cerca de 22% do território nacional, sendo o segundo maior bioma na América do Sul. Nele nascem os três maiores rios sul-americanos: Amazônica/Tocantins, São Francisco e Prata.
Abrangendo os Estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Bahia, Maranhão, Piauí, Rondônia, Paraná, São Paulo e Distrito Federal, além de estar presente em pequenas partes do Amapá, Roraima e Amazonas, o Cerrado possui mais de 6.500 espécies de plantas catalogadas, 199 de mamíferos, 837 espécies de aves, 1.200 de peixes, 180 de répteis e 150 de anfíbios. Conforme estimativas, ele é o refúgio de 13% das borboletas, 35% das abelhas e 23% dos cupins dos trópicos. Além disso, o Cerrado abriga uma grande variedade de espécies endêmicas, ou seja, exclusivas do seu território.
A savana brasileira, como também é conhecido, possui grande importância social. Seus recursos naturais são fontes de sobrevivência para muitas populações, incluindo etnias como indígenas, quilombolas, geraizeiros, ribeirinhos, babaçueiras e vazanteiros. O buriti, a mangaba, a cagaita, o bacupari, o cajuzinho do cerrado, o araticum e as sementes do barú são alguns dos frutos regularmente consumidos pela população local.
Abrigando espécies como a anta, o bugio-preto, o cachorro-do-mato, a capivara, a preá, a raposa-do-campo e o tatu canastra, o Cerrado é o segundo bioma brasileiro que mais sofreu alterações com a ocupação humana. A abertura de novas áreas destinadas à produção de carne e grãos para exportação tem gerado um esgotamento contínuo de seus recursos naturais. Além disso, estima-se que ao menos 137 espécies de animais que habitam em suas terras estão ameaçadas de extinção. Mata Atlântica corresponde a uma estreita faixa de floresta ao longo da costa brasileira. Considerada um dos mais importantes ecossistemas do mundo, esse bioma situa-se entre os litorais do Rio Grande do Norte e do Rio Grande do Sul.
As florestas da Mata Atlântica possuem uma grande variedade de vida animal e vegetal. Essa biodiversidade é contemplada com muitas espécies endêmicas, ou seja, que só existem em suas áreas.
Com tamanha importância, esse bioma é hoje vestígio do que foi a grande floresta tropical brasileira. Referência nacional e internacional em termos de paisagem e da própria biodiversidade, ele é atualmente um dos biomas mais ameaçados do mundo. Com uma história marcada pelas intervenções e alterações humanas, a Mata Atlântica continua sendo destruída para plantação de espécies exóticas de valor econômico como o pinus e o eucalipto. Além disso, a extração ilegal de palmitos e o extermino da fauna ameaçam a sua existência.
Com distintas temperaturas, frequência de chuvas, altitudes, proximidades com o oceano e composições do solo, a Mata Atlântica possui diferentes ecossistemas, a exemplo da Floresta Ombrófila Densa, Floresta de Araucária ou Ombrófila mista, Campos de Altitude, Restingas e Manguezais.
O saí-verde, o papagaio-de-peito-roxo, a gralha-azul, a perereca-de-capacete e a mão-pelada são alguns dos animais que habitam a Mata Atlântica. Entre as espécies de sua flora encontram-se, entre outros, bromélias, bambus, samambaias gigantes e orquídeas.
Os Pampas fazem parte dos sete biomas brasileiros. Eles abrangem parte do território do Rio Grande do Sul e se estendem ainda pelas terras do Uruguai e Argentina.
Esse bioma, cujo nome significa região plana no dialeto indígena que lhe deu origem, é também chamado de Campos Sulinos. Seu relevo é formado, além de planícies, de campos mais altos e até mesmo áreas semelhantes a savanas.
Em suas áreas planas, localizadas ao sul do Rio Grande do Sul, existe uma vegetação campestre, semelhante a um imenso tapete verde. Nelas a vegetação é considerada rala e pobre em espécies. Já nas áreas mais altas a vegetação se torna mais rica. Nas encostas de planaltos, existem matas com grandes pinheiros e outras árvores, como a cabreúva, a grápia, a caroba, o angico-vermelho e o cedro. Nessas regiões, chamadas de campos altos, é encontrada a Mata de Araucária, cuja espécie vegetal predominante é o pinheiro-do-paraná.
Com temperaturas que podem chegar a 35° no verão e tornarem-se negativas no inverno, os pampas abrigam também espécies animais como o gato-do-pampa e a coruja-buraqueira.
O bioma dos Pampas possui solo fértil, existindo áreas ainda mais férteis com solos do tipo “terra roxa” nas regiões planas. Dentre os seus rios mais importantes destacam-se o Santa Maria, o Uruguai, o Jacuí, o Ibicuí e o Vacacaí. Esse e os demais se dividem em duas bacias hidrográficas: a Costeira do Sul e a do rio da Prata.
O Pantanal é um bioma caracterizado, em grande parte, como uma grande planície alagável, de brejos e pântanos. A sua parte brasileira encontra-se no Estado de Mato Grosso e noroeste do Mato Grosso do Sul. No total essa porção soma cerca de 137 mil km2 de extensão. Além disso, o Pantanal se entende pelo norte do Paraguai e oeste da Bolívia.
Como maior área alagada do mundo, calcula-se que 180 milhões de litros de água entram na planície pantaneira por dia, suas regiões possuem abundância de chuva entre o final da primavera e verão e clima seco durante o resto do ano. Isso faz com que o Pantal possua uma grande diversidade biológica adaptada às mudanças entre períodos alagados e secos.
Graças a essa rica biodiversidade, o Pantanal é considerado pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) um Patrimônio Natural Mundial. Dentre suas espécies animais e vegetais, muitas são endêmicas, ou seja existem apenas em suas áreas. Além disso, por localizar-se próximo à Amazônia e ao Cerrado, o Pantanal guarda espécies de fauna e de flora desses outros dois biomas.
Cálculos demonstram a existência de 122 espécies de mamíferos, 93 de répteis, 656 de aves e 263 de peixes no Pantanal. Desses, as aves e os peixes caracterizam-se com os animais mais exuberantes, dos quais merece destaque o Tuiuiú, ave símbolo do Pantanal. A onça-parda, a onça-pintada, a jaguatirica, a capivara, a ariranha, o macaco-prego, o cervo-do-pantanal, o jacaré-do-Pantanal, o jacaré-do-papo-amarelo, cobras sucuri, jararaca e jiboia, entre tantos outros, são alguns dos animais que habitam suas terras. Jenipapos, figueiras, ingazeiros, palmeiras, pau-de-formiga, aguapé e a erva-de-santa-luzia são alguns dos exemplos da flora pantaneira.
Com relevo predominantemente formado por planícies, o Pantanal possui, ainda, terrenos mais altos como chapadas, serras e maciços. Dentre esses destaca-se o maciço de Urucum, em Mato Grosso do Sul. Dentre os seus muitos rios, os mais importantes são o Cuiabá, São Lourenço, Itiquira, Correntes, Aquidauana e Paraguai, todos parte da bacia hidrográfica do Rio da Prata.
O Bioma Costeiro é formado por vários ecossistemas existentes na costa brasileira. Com 8.500 km de extensão, ele se estende ao longo do litoral do país.
Composto por manguezais, restingas, dunas, praias, ilhas, costões rochosos, baías, brejos, recifes de corais, entre outros, ele possui diferentes características. Em cada um desses ecossistemas predominam, solo, relevo, clima, fauna e flora distintos.
Algumas regiões da costa brasileira apresentam, segundo o IBGE, características mais marcantes. O litoral amazônico possui grandes manguezais, dunas e praias. Aí há uma grande variedade de crustáceos, peixes e aves. O litoral do nordeste possui recifes, dunas, manguezais, restingas e matas. O litoral do sudeste, com várias baías e pequenas enseadas, possui recifes e especialmente a mata de restinga. O litoral sul, por sua vez, possui muitos manguezais e é especialmente rico em aves.
Dentre esses ecossistemas, os manguezais apresentam-se como um dos mais importantes, estando presentes em 30% da costa brasileira. Situados nas regiões entre mares, os manguezais são formados por árvores extremamente adaptadas à sobrevivência em superfície iodosa e com água salgada. Eles são muito procurados por animais marinhos, pois são utilizados para procriação e crescimento de várias espécies. Os mangues servem também de rota migratória de aves e de alimentos de peixes. Além disso, colaboram para o enriquecimento das águas marinhas com sais, nutrientes e matéria orgânica.
Os ecossistemas do bioma Costeiro possuem uma grande variedade biológica. Peixes, moluscos, crustáceos, garças, colhereiros, lontras, insetos, caranguejos, camarões, ouriços, corujas e pererecas são algumas das espécies animais presentes no bioma. As algas azuis, verdes, vermelhas e pardas, as orquídeas, bromélias e samambaias são exemplos de sua flora.
 
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