ITUAÇU - CHAPADA DIAMANTINA - BAHIA BRASIL - BELEZAS NATURAIS - GUIA DE TURISMO POUSADAS

ITUAÇU - CHAPADA DIAMANTINA - BAHIA BRASIL - BELEZAS NATURAIS - GUIA DE TURISMO POUSADAS

Ituaçu - Chapada Diamantina - Bahia

Ituaçu é um muncípio brasileiro do estado da Bahia. Sua população estimada em 2006 era de 17.833 habitantes. ITU(queda d`água) açu (grande, maior)

Ituaçu é um dos municípios turísticos da Bahia, Geográficamente está situada na Serra Geral, é a entrada sul para a Chapada Diamantina. Dista da Capital baiana 470 km. O acesso se dá pela rodovia BR-324 e BR-116, após o municipio de Milagres 30km entrando por Nova Itarana, Maracás, Contendas do Sicorá e na BA-142 passando por Tanhaçu.

 

História

Também conhecida como Portal da Chapada, por sua localização estratégica, aqui você encontra um “menu” de opções para o turismo. São várias opções de trilhas, esportes radicais, cavernas, diversidade da flora e o clima acolhedor de seus habitantes. Ainda pouco difundido entre os roteiros tradicionais, ela atrai simpatizantes e apaixonados por desbravar a Natureza ainda intocada. A cidade é acolhedora, arborizada com praçinhas e muitas histórias. A arquitetura colonial proporciona o sentimento de mergulho ao passado, ruas estreitas e coloridas, calçamento de pedras e paralelepípedos nas quais é fácil imaginar os tempos áureos de tropeiros e senhores feudais. Alguns casarões ainda mantêm sua forma original, é nosso patrimônio histórico mostrando a sua fachada. A cidade tem “arte” nas veias. Aqui nasceu o cantor e compositor Moraes Moreira. Gilberto Gil também escreveu sua história em Ituaçú, ele passou boa parte de sua infância e juventude. Outro ponto encantador é o artesanato local, que usam como matéria-prima: madeira, sementes, papel, palha, pedra, trapos, garrafas pet, etc.. sem falar das bordadeiras que confeccionam “enxovais” de encher os olhos. E como um dos maiores prazeres é comer, seu paladar apurado não vai se decepcionar com a culinária local. São doces caseiros, sequilhos, povilhos, bolos, refogados, “cortadinhos” e tantas variedades que fica difícil listar. Aqui, você encontra também massagistas, rezadeiras, medicina alternativa natural além da paixão do brasileiro, o futebol, com um estádio espetacular de grama natural. Sejam bem-vindos, desfrute com respeito dos recursos naturais, pois assim, você e seus descendentes poderão voltar amanhã.

Por volta do século XVII, às bandeiras portuguesas faziam expedições no interior da Bahia em busca de riquezas minerais como ouro e principalmente diamante. Os bandeirantes encontraram uma natureza de cenário deslumbrante destacando-se pelas formações semelhantes a uma mesa ou uma chapa, este lugar batizado como Chapada Diamantina hoje não tem mais o brilho dos diamantes, porém ainda mantém a sua beleza e rica história. As expedições dos sertões eram festivas e carregadas de esperança, participavam muitas pessoas às vezes chegavam a 800 aventureiros, entre mercenários e auxiliares. Os últimos preparativos eram: missa campal solene, sermões, aconselhamentos, testamentos e despedidas. Essas expedições desde início eram chamadas de “Bandeiras” e os indivíduos que participassem dela “Bandeirantes”. Os bandeirantes tinham como bússola as estrelas, direção os rios e montes e como informação os brasilíndios. O ameríndio já praticava o bandeirismo por instinto, Pois eram quase sempre nômades e grandes conhecedores dos perigos das selvas e dos hábitos de convivência entre as tribos, aliando-se a isto os propósitos dos conquistadores de riqueza que queriam abrir as primeiras trilhas na imensidão brasileira. Em muitas dessas trilhas encontraram o portal da chapada onde inicia a identificação da região diamantina especialmente do Brejo Grande cujo originalmente seu território era habitado por índios maracaiares e tapajós, nas margens do Rio das Contas. A região foi explorada, dentre outros, por André da Rocha Pinto, a partir de 1720.Em 1862 passou à condição de distrito do Brejo Grande e em 1867 é elevado à condição de Município, com o nome de Nossa Senhora do Alívio do Brejo Grande, instalado no ano seguinte como cidade, com o nome de Ituaçu.Relacionados ao conhecimento da terra, surge as mais belas histórias de lutas e conquistas que fizeram a história local deste Brejo Grande querido Os bandeirantes mantiveram sempre as suas características próprias, vivendo em condições extremamente difíceis. Seu equipamento quase se reduzia ao gibão de armas, couraça de couro cru, acolchoado de algodão, para amortecer as flechadas dos índios. Também levavam machado, enxós, foices, facões e os importantes instrumentos de mineração e apetrechos de pesca. Usavam perneiras de pele de veado ou capivara e andavam quase sempre descalços; quando montados, ostentavam nos pés nus grandes esporas. Entretanto os chefes usavam botas e chapéus de aba larga que ajudaram, ao longo dos tempos, a firmar uma imagem de guerreiro forte e destemido. De modo geral os bandeirantes não levavam provisões, mesmo nas viagens longas. Apenas cabaças de sal, pratos de estanho, cuias, guampas, bruacas e as indispensáveis redes de dormir. Quando lhes faltavam os peixes dos rios, a caça, as frutas silvestres das matas, o mel, o pinhão e o palmito das roças indígenas, alimentavam-se de carne de cobra, lagartos e sapos ou rãs. Se a água faltava, tentavam encontrá-la nas plantas, mascavam folhas, roíam raízes e, em casos extremos, bebiam o sangue de animais. Antes de tudo, entrar no sertão exigia muita coragem e capacidade de improvisação. O combate na selva era sempre agressivo. O grande número de árvores e arbustos tornava impraticável a luta à distância. As escopetas e os arcabuzes valiam num primeiro momento, mas não havia tempo para recarregá-los. Muitos aprenderam o manejo do arco e flecha que, nesses momentos, tornavam-se muito mais eficientes. Em meio à luta era preciso também ter destreza com o punhal e às vezes valer-se das próprias mãos, no corpo-a-corpo inevitável. As condições eram tão rudes que os homens muitas vezes morriam entre uma viagem e outra. Há notícias que em 1793, o capitão-mor Marcelino Coelho, dá combate aos primitivos habitante de Brejo Grande, depois de 1806, não se tem notícias de outras Expedições Sertanistas de iguais feitos ao agreste baiano. Assim como os bandeirantes André do Rocha Pinto, Joaquim da Rocha Pinto, Sebastião da Rocha Pinto, João da Silva Guimarães, José da silva Guimarães, Raimundo Gonçalves da costa, Antônio Dias Miranda Raimundo dias Miranda, Lourenço da Silva Bragança, Pedro Leolino Mariz e o 4° Vice-Rei da Bahia, Dom Vasco César Fernandes de Meneses, termina a saga do bandeirismo na Bahia Que tem como frente homens indomáveis que tem um autodomínio invejável capazes de atos de bravuras e ferocidades, foram pré-destinados fundando cidades e tornando verdadeiros heróis.

 

Geografia

Originalmente seu território era habitado por índios maracaiares e tapajós, nas margens do Rio das Contas, no lugar chamado de Brejo Grande, primitiva denominação do lugar.

A região foi explorada, dentre outros, por André da Rocha Pinto, a partir de 1720.

Em 1862 passou à condição de distrito do Brejo Grande e em 1867 é elevado à condição de Município, com o nome de Nossa Senhora do Alívio do Brejo Grande, instalado no ano seguinte como cidade, com o nome de Ituaçu.

Turismo site:www.fazendamoendas.com 

 

Cachoeira das Moendas - No Riacho Cainana, com aproximadamente 70 metros de altura. Suas águas são cristalinas e formam lindas piscinas naturais, excelentes para banho, praticas de rapel e SPA holistico. Entranhando-se num belíssimo vale, onde formam poços exuberantes como Poço do Amor e do Pecado. Orquídeas e bromélias enfeitam suas trilhas e inscrições rupestres descrevem sua história. Existe um regulamento interno, taxas e guias para a visitação. A Fazenda fica a 2 km da cidade

§  A gruta da Mangabeira - É um dos maiores esplendores da Chapada Diamantina, com 3.230m de extensão, dos quais 850m são iluminados por um sistema com efeito cênico, dividido em seis circuitos.

§  Serra e Bica da Água Preta - Oferece várias opções como o Poço do Violão e o do Coração.

§  Cachoeira do Rio Mato Grosso - A 2 km da cidade, o rio forma vários poços ( das Moças, dos Olhos, do Perau, da Amizade, do Ouro, Piscina Olímpica ) e pequenas cascatas.

§  Passagem Grande - Um rio afluente do Mato Grosso junta-se a outros e descem as serras dos gerais, formando um verdadeiro santuário. De águas muito limpas e vegetação praticamente intocada.

§  Morro do Ouro - Apesar da dificuldade da escalada, a recompensa será um espetáculo aos olhos.

 

Municípios limítrofes

Norte: Jussiape e Barra da Estiva

Sul: Brumado e Tanhaçu

Leste: contendas do Sincorá e Tanhaçu

Oeste: Rio de Contas e Brumado