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Lindas flores de Ibicoara- Chapada Diamantina -BA

Conheça a flora e fauna de Ibicoara. Muitas espécies de plantas que produz lindas flores exuberante são encontradas em Ibicoara e em outras regiões da Chapada Diamantina. Entre as ornamentais mais apreciadas estão as orquídeas e as bromélias mas existe uma grande variedades de outras espécies de...

FLORA E FAUNA DA CHAPADA DIAMANTNA

A Chapada Diamantina possui uma série de condições climáticas e tipos de vegetação não encontradas em nenhuma das outras regiões do Nordeste. O cenário montanhoso da região abriga uma extraordinária variedade de ecossistemas em que bromélias e orquídeas escondem-se à sombra de aroeiras e umburanas, enquanto as sempre-vivas florescem nos campos dos gerais, em ambiente privilegiado, adaptando-se às diferenças do clima, altitude e solo. A zona mais elevada, denominada campo rupestre, é formada por diversos tipos de vegetação cuja riqueza se compara à encontrada em regiões da Mata Atlântica, da Floresta Amazônica ocidental, da Península do Cabo (África do Sul) e do Oeste da Austrália. Sob as copas de pau-d'arcos florescem begônias e orquídeas. Nas áreas elevadas,  de clima semi-úmido, predomina o serrado, mais conhecido como "gerais" e nas encostas e superfícies arrasadas, áreas mais baixas e de clima mais árido, a caatinga. Uma atração a parte são os mais de 50 tipos de orquídeas, bromélias e trepadeiras que, de abril a agosto, embelezam os cenários, enquanto os ipês florescem em setembro e as quaresmeiras no período da Semana Santa. Assim, durante todo o ano, a Chapada está florida. A região também muitas plantas usadas para fins medicinais. As aves são os animais que mais chama atenção na Chapada Diamantina, pois, além de ser bastante coloridas e emitirem sons chamativos, estão, em sua maioria, ativas durante o dia e muitas delas são fácil de serem visualizadas. 
A Universidade Estadual de Feira de Santana já registrou mais de 50 espécies de aves. Muitas destas ocorrem em várias outras regiões do Brasil, como as garças, anuns, bem-te-vis, beija-flores, papa-capins, enquanto outras espécies são típicas do Nordeste brasileiro como o cardeal e o bico-virado-da-caatinga.
Duas aves são bastante comuns nos campos rupestres: a maria-preta e o bico-de-veludo. Mas, quem chama mesmo a atenção são os beija-flores: o beija-flor-gravatinha-vermelha, que é endêmico da Chapada Diamantina e tem sido observado apenas em áreas com altitude superior a 1000 m ; o beija-flor-vermelho, o beija-flor-de-rabo-branco, e muitos outros.
Presença marcante nos serrados da Chapada Diamantina é a pernalta Seriema. O carcará e o Chima-Chima são aves rapineiras fáceis de serem vistas. Nas áreas de mata, onde a vegetação é mais densa, é mais fácil detectar a presença das aves pelos seus sons do que vê-las diretamente. É o caso de aves como a Surucuá, alma-de-gato, japu, escarradeira, sanhaços e várias outras. Uma das espécies de aves mais características e fácil de ser vista na caatinga da Chapada Diamantina é o Periquito-Vaqueiro ou suiá. Outra ave sempre presente é o picuí, uma pequena pombinha de coloração cinza claro, que sempre é vista aos pares no solo, procurando pequenas sementes para se alimentar. Entre os animais encontrado na rica fauna da região estão: tamanduá bandeira, tatu canastra, mico, macaco prego, gato selvagem, capivara, quati, luis caixeiro (porco-espinho ou ouriço caixeiro), cutia, paca, onça-pintada, arara, curió, e inúmeros tipos de répteis. As serras, em determinada áreas, oferecem sustento a jaguatiricas, onças, mocós, veados, teiús e seriemas. Algumas espécies estão ameaçada de extinção, principalmente devido a caça. 
 
PATRIMÔNIO NATURAL
A Chapada Diamantina é região de nascentes, faz parte da bacia do Paraguaçu, rio fundamental para o semi-árido baiano, que se caracteriza como região provedora de água do estado da Bahia. Possuem uma biodiversidade riquíssima e parcialmente desconhecida, o que lhe conferiu diversas unidades de conservação criadas com a intenção de proteger os recursos hídricos, as paisagens naturais e amostras de ecossistemas que abrigam exemplares endêmicos da fauna e da flora; estimular o desenvolvimento regional; adequar as atividades econômicas e o uso público propiciando a recreação. educação ambiental e pesquisa cientifica; promover um melhor aproveitamento para o ecoturismo; manejar recursos de fauna e flora; e proteger sítios abióticos.

 

Fauna e Flora no Brasil

O Brasil possui em seu meio ambiente a maior biodiversidade do planeta. O País abriga aproximadamente 524 espécies de mamíferos, 517 de anfíbios, 1.677 de aves e 468 de répteis. Além disso, dentre essas formas de vida, grande parte é endêmica, ou seja, existem apenas em território brasileiro: 131 espécies de mamíferos, 294 de anfíbios, 191 de aves e 468 de répteis são exclusivos do Brasil.

Dono das maiores reservas de água doce e de um terço das florestas tropicais que ainda restam no mundo, o Brasil, detentor de 20% de toda espécie animal e vegetal do planeta, possui sete biomas: Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pantanal, Costeiro e Pampa. Segundo definição do IBGE, bioma é o conjunto de vida (vegetal e animal) constituído pelo agrupamento de tipos de vegetação contíguos e identificáveis em escala regional, com condições geoclimáticas similares e história compartilhada de mudanças, o que resulta em uma diversidade biológica própria.

Dentre os biomas brasileiros, a Amazônia, maior floresta tropical úmida do mundo, é o destaque nacional e também global, possuindo a maior variedade de vida da Terra. Com 5,5 milhões de quilômetros quadrados, a Floresta Amazônica possui um terço de todas as espécies vivas do planeta. Estima-se que existam aí mais de 5 milhões de espécies vegetais, das quais apenas 30.000 foram identificadas. Ainda assim, uma entre cada 5 espécies vegetais do mundo está em seu território. Em apenas um de seus hectares podem existir até 300 diferentes tipos de árvores. Quanto à variedade animal, somente no Alto do Juruá no Acre, região da floresta mais rica em biodiversidade, existem 616 espécies de ave, 50 de réptil, 300 de aranha, 140 de sapo, 16 de macaco e 1.620 de borboleta conhecidas.

O Cerrado, bioma conhecido como “savana brasileira”, localiza-se principalmente na região central do país e compreende os Estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Maranhão, Minas Gerais, Piauí e São Paulo, além de outras localidades. Com clima tropical de altas temperaturas e estação seca, o solo desse bioma possui baixo ph, baixa fertilidade e alto nível de alumínio, além de pouca disponibilidade de água em sua superfície. Em razão dessas condições geográficas, o cerrado apresenta uma vegetação adaptada à escassez de nutrientes. As raízes de suas árvores podem, por exemplo, atingir grandes comprimentos na busca da sobrevivência. Com grande número de formigas e cupins, o Cerrado possui uma alta biodiversidade de fauna e flora.

Situado na região centro-oeste dos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul está o Pantanal. Bioma caracterizado como uma grande planície alagável, é a maior área alagada da América do Sul e do mundo. Região de chuvas abundantes entre o final da primavera e verão e clima seco durante o resto do ano, o Pantanal possui uma grande diversidade biológica adaptada às mudanças entre períodos alagados e secos.

A Caatinga brasileira abrange os Estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba, além de algumas áreas da Bahia, Alagoas, Pernambuco e Sergipe e localiza-se entre a Floresta Amazônica, a Mata Atlântica e o Cerrado. Em razão das altas temperaturas e da escassez de chuva, seus solos são pedregosos e secos. Esse bioma possui uma grande riqueza de ambiente e espécies, porém é pouco estudado e habitado, e possui a menor quantidade de unidades de conservação do país.

Os Pampas, ou campos sulinos, localizam-se no Estado do Rio Grande do Sul e se estendem até o Uruguai e a Argentina. Com clima quente durante o verão e temperaturas baixas e maior intensidade de chuva no inverno, esse bioma possui a maior biodiversidade concentrada na fauna: 39% dos mamíferos aí existentes são endêmicos.

Já a Mata Atlântica, estendida do Rio Grande do Norte até o Rio Grande do Sul, tem na biodiversidade a sua principal característica. Esse bioma é considerado como uma das áreas mais ricas em espécies da fauna e da flora mundial. Ele possui uma grande variedade de espécies endêmicas, especialmente em árvores e bromélias. Existe também uma grande diversidade de animais vertebrados e invertebrados.

Por fim, o bioma Costeiro é formado por vários ecossistemas que compõem o litoral brasileiro. São manguezais, restingas, dunas, praias, ilhas, costões rochosos, baías, brejos e recifes de corais, entre outros. Por abranger toda a costa brasileira, suas características variam de um lugar para outro. Por isso, as espécies animais, vegetais e os aspectos físicos são diferentes em cada um de seus ecossistemas.

A Amazônia é um bioma que ocupa cerca de 40% do território brasileiro. Situada nos Estados do Pará, Amazonas, Amapá, Acre, Rondônia e Roraima, ele se estende também a algumas regiões do Maranhão, Tocantins e Mato Grosso. Além disso, inclui terras de países próximos ao Brasil, como as Guianas, Suriname, Venezuela, Equador, Peru e Bolívia.

Com a maior reserva de água doce de superfície disponível no planeta, a Floresta Amazônica abriga milhares de espécies animais, vegetais e microorganismos e é considerada como bioma detentor da maior biodiversidade do mundo.

Seu relevo é composto por planícies (regiões de poucas altitudes), depressões (regiões planas onde são encontradas colinas baixas) e planaltos (regiões com superfície elevada). Dentre os seus rios, destaca-se o Amazonas que, sendo o mais largo do mundo, possui mais de mil afluentes (rios menores que nele deságuam) e é o grande responsável pelo desenvolvimento da floresta.

Tal como o relevo, a Amazônia possui vegetações distintas que se dividem em três categorias: matas de terra firme, matas de várzea e matas de igapó. As primeiras são caracterizadas como regiões mais altas com árvores de grande porte, onde não há inundações causadas pelos rios. Nas matas de várzea essas inundações ocorrem em determinados períodos do ano, em tempo mais curto na áreas elevadas e mais longo nas áreas planas. Já as matas de igapó estão situadas em terrenos mais baixos e estão quase sempre inundadas.

Pesquisas indicam que na Amazônia existem aproximadamente trinta milhões de espécies animais conhecidas. Entre as mais famosas estão os macacos, como os coatás, guaribas e barrigudos. Onças, tamanduás, esquilos, botos, lagartos, jacarés, tartarugas, serpentes, araras, papagaios, periquitos e tucanos são, também, alguns das amostras da fauna amazônica. A Vitória-régia, a castanheira-do-pará e a palmeira são exemplos de sua flora.

A Caatinga é um bioma exclusivamente brasileiro. Com 844.453 Km² de extensão, 11% de todo território nacional, ela abrange os Estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba, além de algumas áreas da Bahia, Alagoas, Pernambuco e Sergipe.

Mais importante ecossistema do nordeste, esse bioma está associado a uma diversidade muita baixa de plantas, sem espécies endêmicas (exclusivas) e intensamente modificada pela ação humana. No entanto, a caatinga brasileira possui uma grande riqueza tanto de espécies quando de ambientes. Dados apontam a presença de 932 espécies de plantas, 148 de mamíferos e 510 de aves, entre outros. Muitas delas só existem nessa região. Além disso, em seu ambiente são reconhecidos doze diferentes tipos de caatinga. Ainda assim, ela ainda é pouco estudada, sendo o bioma menos conhecido do Brasil.

Com altas temperaturas e escassez de chuva, os solos da caatinga são pedregosos e secos. Neles habitam cerca de 27 milhões de pessoas, das quais grande parte é carente e precisa de recursos da sua biodiversidade para sobreviver.

A ararinha-azul, o gato-do-mato, o gato-maracajá, o patinho, a jararaca e a sucuri-bico-de-jaca, todos ameaçados de extinção, e o sapo-cururu, a asa-branca, a cotia, a gambá, o preá, o veado-catingueiro, o tatu-peba e o sagui-do-nordeste são alguns dos animais que vivem na Caatinga. A emburana, a aroeira, o umbu, a baraúna, a maniçoba, a macambira, o mandacaru e o juazeiro são algumas das espécies mais comuns de sua flora.

O Cerrado brasileiro ocupa uma área de 2.036.448 km2, cerca de 22% do território nacional, sendo o segundo maior bioma na América do Sul. Nele nascem os três maiores rios sul-americanos: Amazônica/Tocantins, São Francisco e Prata.

Abrangendo os Estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Bahia, Maranhão, Piauí, Rondônia, Paraná, São Paulo e Distrito Federal, além de estar presente em pequenas partes do Amapá, Roraima e Amazonas, o Cerrado possui mais de 6.500 espécies de plantas catalogadas, 199 de mamíferos, 837 espécies de aves, 1.200 de peixes, 180 de répteis e 150 de anfíbios. Conforme estimativas, ele é o refúgio de 13% das borboletas, 35% das abelhas e 23% dos cupins dos trópicos. Além disso, o Cerrado abriga uma grande variedade de espécies endêmicas, ou seja, exclusivas do seu território.

A savana brasileira, como também é conhecido, possui grande importância social. Seus recursos naturais são fontes de sobrevivência para muitas populações, incluindo etnias como indígenas, quilombolas, geraizeiros, ribeirinhos, babaçueiras e vazanteiros. O buriti, a mangaba, a cagaita, o bacupari, o cajuzinho do cerrado, o araticum e as sementes do barú são alguns dos frutos regularmente consumidos pela população local.

Abrigando espécies como a anta, o bugio-preto, o cachorro-do-mato, a capivara, a preá, a raposa-do-campo e o tatu canastra, o Cerrado é o segundo bioma brasileiro que mais sofreu alterações com a ocupação humana. A abertura de novas áreas destinadas à produção de carne e grãos para exportação tem gerado um esgotamento contínuo de seus recursos naturais. Além disso, estima-se que ao menos 137 espécies de animais que habitam em suas terras estão ameaçadas de extinção.

 Mata Atlântica corresponde a uma estreita faixa de floresta ao longo da costa brasileira. Considerada um dos mais importantes ecossistemas do mundo, esse bioma situa-se entre os litorais do Rio Grande do Norte e do Rio Grande do Sul.

As florestas da Mata Atlântica possuem uma grande variedade de vida animal e vegetal. Essa biodiversidade é contemplada com muitas espécies endêmicas, ou seja, que só existem em suas áreas.

Com tamanha importância, esse bioma é hoje vestígio do que foi a grande floresta tropical brasileira. Referência nacional e internacional em termos de paisagem e da própria biodiversidade, ele é atualmente um dos biomas mais ameaçados do mundo. Com uma história marcada pelas intervenções e alterações humanas, a Mata Atlântica continua sendo destruída para plantação de espécies exóticas de valor econômico como o pinus e o eucalipto. Além disso, a extração ilegal de palmitos e o extermino da fauna ameaçam a sua existência.

Com distintas temperaturas, frequência de chuvas, altitudes, proximidades com o oceano e composições do solo, a Mata Atlântica possui diferentes ecossistemas, a exemplo da Floresta Ombrófila Densa, Floresta de Araucária ou Ombrófila mista, Campos de Altitude, Restingas e Manguezais.

O saí-verde, o papagaio-de-peito-roxo, a gralha-azul, a perereca-de-capacete e a mão-pelada são alguns dos animais que habitam a Mata Atlântica. Entre as espécies de sua flora encontram-se, entre outros, bromélias, bambus, samambaias gigantes e orquídeas.

Os Pampas fazem parte dos sete biomas brasileiros. Eles abrangem parte do território do Rio Grande do Sul e se estendem ainda pelas terras do Uruguai e Argentina.

Esse bioma, cujo nome significa região plana no dialeto indígena que lhe deu origem, é também chamado de Campos Sulinos. Seu relevo é formado, além de planícies, de campos mais altos e até mesmo áreas semelhantes a savanas.

Em suas áreas planas, localizadas ao sul do Rio Grande do Sul, existe uma vegetação campestre, semelhante a um imenso tapete verde. Nelas a vegetação é considerada rala e pobre em espécies. Já nas áreas mais altas a vegetação se torna mais rica. Nas encostas de planaltos, existem matas com grandes pinheiros e outras árvores, como a cabreúva, a grápia, a caroba, o angico-vermelho e o cedro. Nessas regiões, chamadas de campos altos, é encontrada a Mata de Araucária, cuja espécie vegetal predominante é o pinheiro-do-paraná.

Com temperaturas que podem chegar a 35° no verão e tornarem-se negativas no inverno, os pampas abrigam também espécies animais como o gato-do-pampa e a coruja-buraqueira.

O bioma dos Pampas possui solo fértil, existindo áreas ainda mais férteis com solos do tipo “terra roxa” nas regiões planas. Dentre os seus rios mais importantes destacam-se o Santa Maria, o Uruguai, o Jacuí, o Ibicuí e o Vacacaí. Esse e os demais se dividem em duas bacias hidrográficas: a Costeira do Sul e a do rio da Prata.

O Pantanal é um bioma caracterizado, em grande parte, como uma grande planície alagável, de brejos e pântanos. A sua parte brasileira encontra-se no Estado de Mato Grosso e noroeste do Mato Grosso do Sul. No total essa porção soma cerca de 137 mil km2 de extensão. Além disso, o Pantanal se entende pelo norte do Paraguai e oeste da Bolívia.

Como maior área alagada do mundo, calcula-se que 180 milhões de litros de água entram na planície pantaneira por dia, suas regiões possuem abundância de chuva entre o final da primavera e verão e clima seco durante o resto do ano. Isso faz com que o Pantal possua uma grande diversidade biológica adaptada às mudanças entre períodos alagados e secos.

Graças a essa rica biodiversidade, o Pantanal é considerado pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) um Patrimônio Natural Mundial. Dentre suas espécies animais e vegetais, muitas são endêmicas, ou seja existem apenas em suas áreas. Além disso, por localizar-se próximo à Amazônia e ao Cerrado, o Pantanal guarda espécies de fauna e de flora desses outros dois biomas.

Cálculos demonstram a existência de 122 espécies de mamíferos, 93 de répteis, 656 de aves e 263 de peixes no Pantanal. Desses, as aves e os peixes caracterizam-se com os animais mais exuberantes, dos quais merece destaque o Tuiuiú, ave símbolo do Pantanal. A onça-parda, a onça-pintada, a jaguatirica, a capivara, a ariranha, o macaco-prego, o cervo-do-pantanal, o jacaré-do-Pantanal, o jacaré-do-papo-amarelo, cobras sucuri, jararaca e jiboia, entre tantos outros, são alguns dos animais que habitam suas terras. Jenipapos, figueiras, ingazeiros, palmeiras, pau-de-formiga, aguapé e a erva-de-santa-luzia são alguns dos exemplos da flora pantaneira.

Com relevo predominantemente formado por planícies, o Pantanal possui, ainda, terrenos mais altos como chapadas, serras e maciços. Dentre esses destaca-se o maciço de Urucum, em Mato Grosso do Sul. Dentre os seus muitos rios, os mais importantes são o Cuiabá, São Lourenço, Itiquira, Correntes, Aquidauana e Paraguai, todos parte da bacia hidrográfica do Rio da Prata.

O Bioma Costeiro é formado por vários ecossistemas existentes na costa brasileira. Com 8.500 km de extensão, ele se estende ao longo do litoral do país.

Composto por manguezais, restingas, dunas, praias, ilhas, costões rochosos, baías, brejos, recifes de corais, entre outros, ele possui diferentes características. Em cada um desses ecossistemas predominam, solo, relevo, clima, fauna e flora distintos.

Algumas regiões da costa brasileira apresentam, segundo o IBGE, características mais marcantes. O litoral amazônico possui grandes manguezais, dunas e praias. Aí há uma grande variedade de crustáceos, peixes e aves. O litoral do nordeste possui recifes, dunas, manguezais, restingas e matas. O litoral do sudeste, com várias baías e pequenas enseadas, possui recifes e especialmente a mata de restinga. O litoral sul, por sua vez, possui muitos manguezais e é especialmente rico em aves.

Dentre esses ecossistemas, os manguezais apresentam-se como um dos mais importantes, estando presentes em 30% da costa brasileira. Situados nas regiões entre mares, os manguezais são formados por árvores extremamente adaptadas à sobrevivência em superfície iodosa e com água salgada. Eles são muito procurados por animais marinhos, pois são utilizados para procriação e crescimento de várias espécies. Os mangues servem também de rota migratória de aves e de alimentos de peixes. Além disso, colaboram para o enriquecimento das águas marinhas com sais, nutrientes e matéria orgânica.

Os ecossistemas do bioma Costeiro possuem uma grande variedade biológica. Peixes, moluscos, crustáceos, garças, colhereiros, lontras, insetos, caranguejos, camarões, ouriços, corujas e pererecas são algumas das espécies animais presentes no bioma. As algas azuis, verdes, vermelhas e pardas, as orquídeas, bromélias e samambaias são exemplos de sua flora.

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Ibicoara, Chapada Diamantina, Bahia Brasil, belezas da fauna da região. No dia 28-04-2012, um novo visitante resolveu fazer um lindo passeio em Ibicoara, especialmente na cachoeira do Buracão. Sem se preocupar com os outros visitantes, ele escolheu seu ponto de observação em um local muito especial para ele, ponto de passagem de todas pessoas passar e seguir o canyon  até a cachoeira do Buracão. Muito elegânte, simpático e observador ele se tornou celebridade e nos deu um grande exemplo de mansidão e serenidade. Esse é um lugar muito especial, uma maravilha da natureza, onde nem só os seres humanos, mas também os animais, percebe a grandeza da criação divina!

 

Ibicoara BA, Chapada Diamantina, Bahia Brasil, Belezas naturais

 

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Plantas nativas de Ibicoara. Pés de cactos ou Xique Xique, na trilha do Buracão

 

Aves da Fauna de Ibicoara BA, encontrado na cachoeira e na trilha do Buracão.

 

Chapada Diamantina - Ibicoara Bahia. Regão onde fca a cachoeira do Rio Preto Ibicoara.

 

Atrações da Chapada Diamantina - Ibicoara, Caminho da cachoeira da Fumacinha Ibicoara BA.

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